O guia completo da monografia
Referências Bibliográficas
Estas referências foram usadas na elaboração deste manual.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação: trabalhos acadêmicos – Apresentação, NBR 14724. Rio de Janeiro, jul. 2002.
_______. Informação e documentação: Referências – Elaboração, NBR 6023. Rio de Janeiro, ago. 2002.
_______. Apresentação de citações em documentos, NBR 10520. Rio de Janeiro, ago. 2002.
_______. Numeração progressiva das seções de um documento, NBR 6024. Rio de Janeiro, 1987.
_______. Apresentação de relatórios técnico-científicos, NBR 10719. Rio de Janeiro, ago. 1989.
BARROS, Aidil Jesus da Silveira; LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Fundamentos de metodologia: um guia para a iniciação científica. 2. ed. ampl. São Paulo: Makron Books, 2000.
BIAGGIO, Ângela M. Brasil. Psicologia do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1975. 380 p.
BÍBLIA. Português. A Bíblia Sagrada: tradução na linguagem de hoje. São Paulo:
Sociedade Bíblica do Brasil, 1988.
Centro de Educação aberta, continuada, a distância. Capacitação em Serviço Social e Política Social. Brasília: UNB, 1999.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 1996. 144 p.
EWBANK, Maria Sílvia André (Org.) et al. Manual do TCC. 4. ed. rev. e aum. Franca: Universidade de Franca: Coordenadoria de Iniciação Científica, 2001.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da língua portuguesa. 3. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
FUNDAÇÃO ESTADUAL DO BEM ESTAR DO MENOR – FEBEM-SP. Diretrizes Educacionais – Operacionalização das Diretrizes Educacionais. São Paulo: FEBEM, [s.d.].
_______. Unidades operacionais: fichas técnicas. São Paulo: FEBEM, 1980.
_______. Relatório de atividades 1980-1982. São Paulo: FEBEM, 1982.
GERA, Maria Zita Figueiredo. Criatividade (fluência e originalidade) em crianças carentes culturais: um estudo transversal. 1973. 131 p. Tese (Doutorado em Psicologia) – Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Universidade Estadual Paulista, Franca.
HEGENBERG, Leônidas. Explicações científicas: introdução à filosofia da ciência. 2. ed. São Paulo: EPU. EDUSP, 1976.
HURLOCK, Elizabeth B. Desenvolvimento do adolescente. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979. 624 p.
JERSILD, Arthur T. Psicologia da adolescência. 2. ed. São Paulo: Nacional, 1964. 515 p.
LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1998.
LATAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Lohl de; DANTAS, Heloysa. Teorias psicogenéticas em discussão. 5. ed. São Paulo: Summus, 1992. 117 p.
LIMA, Lauro de Oliveira. Conflitos no lar e na escola. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1968. 198 p.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. ISBN 85-224-2723-2.
MARTINELLI, Maria Lúcia. O uso de abordagens qualitativas na pesquisa em serviço social. Cadernos do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Identidade – PUC/SP, n.1, p. 11-18, 1994.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.) et al. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994.
PFROMM NETTO, Samuel. Psicologia da adolescência. São Paulo: Pioneira/EDUSP, 1968. 420 p.
PIAGET, J. A linguagem e o pensamento da criança. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961a. 334 p.
_______. Psicologia da inteligência. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961b. 286 p.
_______. Seis estudos de Psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1967. 146 p.
_______. Os estágios do desenvolvimento intelectual da criança e do adolescente. In: LEITE, Dante Moreira (Org.). O desenvolvimento da criança. São Paulo: Nacional/EDUSP, 1972. p. 199-208.
_______. Psicologia e Epistemologia: por uma teoria do conhecimento. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense/Universitária, 1978. 158 p.
QUEIROZ, José J. (Org.). O mundo do menor infrator. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1987. 175 p.
RAMIA, Rose L. C. O paradoxo do menor infrator institucionalizado: ser considerado “anti-social” pelo Código Penal, ao mesmo tempo em que reproduz a sociedade capitalista. 1989. 155 p. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social) – Faculdade de Psicologia, Pontifícia Universidade Católica, São Paulo.
REICH, Bem; ADCOCK, Christine. Valores, atividades e mudança de comportamento. Rio de Janeiro:
Zahar, 1976. 160 p. RODRIGUES, Marlene. Psicologia Educacional: uma crônica do desenvolvimento humano. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1976. 296 p.
RUDIO, Franz Vitor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1980.121 p.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo:
Atlas, 1979.
SOUZA, Aluísio José Maria de et al. Iniciação à lógica e á metodologia da ciência.
São Paulo: Cultrix, 1976.
TAFNER, Marcon Anderson; TAFNER, José; FISCHER, Juliane. Metodologia do trabalho acadêmico. Curitiba: Juruá, 1999.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Coordenadoria Geral de Bibliotecas. Normas para publicação da UNESP. São Paulo: UNESP, 1994. v. 3. Preparação e revisão de textos. 25 p.
VALENCIANO, Maria Cristina Menezes. Normas e técnicas para elaboração de trabalho de conclusão de curso e trabalhos científicos. Batatais: União das Faculdades Claretianas, Núcleo de Iniciação Científica, 2000.
________. O pensamento, valores e expectativas de adolescentes institucionalizados: um estudo realizado na Unidade Educacional e de Permanência-5 FEBEM-SP. 1997. 207 p. Dissertação (Mestrado em Serviço Social) – Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Universidade Estadual Paulista, Franca.
WADSWORTH, Barry J. Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget.
São Paulo: Pioneira, 1992. 212 p.
ZAGURY, T. Sem padecer no paraíso: em defesa dos pais ou sobre a tirania dos filhos.
7. ed. Rio de Janeiro: Record, 1991. 277 p.
Utilize os recursos deste quadro para auxiliá-lo na hora de fazer sua referência bibliográfica.
Siga as instruções do seu orientador delimitando adequadamente o tema de sua pesquisa. O rigor e a seriedade são premissas de um trabalho científico.
Em atividade conjunta com seu orientador levante uma bibliografia básica para começar a pesquisa proposta no seu projeto.
Seja curioso, leia o máximo de publicações relacionadas ao tema do seu trabalho. Lembre-se também que a capacidade de confeccionar bons textos está intrínseca alo ato regular de fazer boas leituras.
Fiche as fontes que encontrar durante as leituras. O que inicialmente você não considerou relevante poderá se apresentar como algo muito importante em um momento posterior.
No momento de redigir, procure tecer uma linguagem clara e objetiva imaginando se a linguagem empregada no seu texto será entendida pelo leitor.
Faça tudo em diálogo com o seu orientador, afinal este é co-autor do trabalho e tem uma responsabilidade ética sobre ele.
Organize-se em relação ao tempo. Estabeleça juntamente com seu orientador, um calendário para sua pesquisa, visto o prazo semestral instituído pelo Claretiano.
Escreva a sua pesquisa observando as normas atualizadas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Deixar para adequar o texto às normas técnicas nos últimos dias do prazo estabelecido pode dificultar o término do seu trabalho dentro do prazo.
Tenha atenção no momento de citar referências de textos de outros autores. A falta de cuidado nesse âmbito tem sido um dos maiores agravantes na avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso.
Fique atento aos prazos estabelecidos pela Coordenadoria Geral de Pesquisa e Iniciação Científica. A não entrega do trabalho dentro do prazo estipulado acarretará dependência do Trabalho de Conclusão de Curso.
Rua Dom Bosco, 466 - CEP: 14.300-000 - Batatais - SP
Central de atendimento: Tel (16) 3660 1777
© Copyright 2008 - Todos os direitos reservados
Desenvolvimento: Claretiano Web Center