Muita estrada, diversos Estados atravessados, e a belíssima paisagem do cerrado, em mais de 2.600 km de viagem. Esse foi o percurso feito pelos 40 voluntários que receberam uma importante tarefa: a de levar às comunidades de São Miguel do Guaporé, Seringueiras e Porto Velho o que a Missão Claretiana procura oferecer, como educação, saúde e tudo o que possa estar relacionado à formação do ser humano. Desta forma, alunos, professores e funcionários do Claretiano, partiram no dia 13 de julho de Batatais e chegaram às cidades de destino no dia 15.
Para melhor desenvolver as atividades planejadas, o grupo foi dividido em três para poder atuar nos municípios simultaneamente, já que o período de trabalho acaba sendo curto para o número de atividades programadas.
Em Porto Velho dez pessoas se encarregaram da área de saúde, onde foram desenvolvidas atividades com o mutirão da saúde em duas comunidades da Paróquia Claretiana Santa Clara, que está presente na periferia da capital de Rondônia. Da mesma forma aconteceu em São Miguel do Guaporé, onde foi desenvolvido o mesmo tipo de trabalho. Lá estiveram presentes seis voluntários. Além da Paróquia Claretiana, nessa cidade há, também, um polo de Educação a Distância do Claretiano, assim como em Porto Velho.
Já em Seringueiras, foi desenvolvido um trabalho que envolveu todos os setores relacionados com a Secretaria de Educação do município, atendendo a um pedido do próprio órgão. Entretanto, as escolas estaduais também participaram do evento, que contou com 25 voluntários do Claretiano.
O trabalho pedagógico foi todo focado em Seringueiras. Nos primeiros dias de trabalho foram trabalhados temas relacionados a valores e, também, a sexualidade. Já com as merendeiras das escolas, os voluntários da área de Nutrição desenvolveram uma atividade voltada ao aproveitamento integral dos alimentos.
Com os professores, funcionários administrativos, inspetores de pátio, zeladores e vigias, os trabalhos foram voltados aos temas de educação e valorização do trabalho. Os motoristas das crianças com necessidades especiais participaram de uma atividade com os voluntários da área de Fisioterapia e Enfermagem sobre como lidar com as crianças durante o transporte, que requer cuidado e conhecimento.
Neste ano, foram convocados alunos de cursos diferentes – porém relacionados aos projetos que seriam implantados nas cidades. Cursos como Biologia, Pedagogia, Enfermagem, Fisioterapia, Química, Arte (Parfor) e Nutrição. Além disso, participaram professores de outros polos, como Belo Horizonte e Rio Claro, contribuindo para a integração de funcionários e alunos da Instituição em todo o país.
Assim, o Claretiano vai desempenhando seu papel e levando a ajuda necessária às comunidades mais desprovidas de infraestrutura. “Os benefícios alcançados não são só para as pessoas e para os municípios atendidos, mas também para os professores, alunos e funcionários do Claretiano. A experiência alcançada nesse trabalho é de grande valor para o aprendizado como pessoa e como profissional”, define o Coordenador geral de ação comunitária, Prof. Eugenio Daniel.
Fotos: Felipe Sasso
Colaboração texto: Prof. Eugenio Daniel e Alexandra Luchesi
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